Nas ruas
30/07/2012

Fila de pacientes nas AMAs 24 horas é maior de noite

Paula Felix
do Agora

O principal problema das AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais) 24 horas de São Paulo é a demora no atendimento -especialmente de noite, quando há acúmulo de pacientes do período da tarde. A espera pode ultrapassar duas horas.

Na segunda e na terça da semana passada, o Vigilante Agora visitou 14 AMAs 24 horas, que atendem baixa e média complexidade (como dor de cabeça e contusões) em horários estendidos.

As unidades contam com clínicos e pediatras. A cidade tem 119 AMAs, que funcionam, geralmente, das 7h às 19h. Dessas, 17 são 24 horas.

A dona de casa Tatiana Luzia, 18 anos, estava com dor no peito e foi à AMA Ermelino Matarazzo (zona leste).

Ela chegou às 23h17 e só foi atendida duas horas e vinte minutos depois. Tatiana foi acompanhada pelo vizinho, o atendente Flavio Augusto, 18 anos.

"O melhor horário é de madrugada, mas ainda precisa melhorar muito, porque demorou", disse ele.

Resposta

A Secretaria Municipal da Saúde informou que o tempo de espera para uma consulta nas AMAs costuma variar de acordo com a procura dos pacientes e com a gravidade dos casos --as emergências têm prioridade.

A pasta destacou que, durante o inverno, há aumento de até 40% na procura de atendimento para problemas respiratórios.

Em relação à criança atendida na AMA Pirituba, cuja mãe reclamou da falta de atenção dos médicos, a secretaria informou que a menina foi avaliada, "inclusive descartando a possibilidade de meningite e diagnosticando amigdalite".

A pasta disse ainda que foram receitados medicamentos para a paciente.

Sobre a AMA Paraisópolis, onde a reportagem encontrou pacientes que foram atendidos por um pediatra após espera de duas horas, a secretaria afirmou que dados levantados no mês passado apontaram que o tempo médio de espera, entre a chegada do paciente e o atendimento médico, foi de 36 minutos na unidade.

A pasta não comentou a confusão entre pacientes e recepcionistas na AMA Hospital Tatuapé nem o caso da paciente com dor na mão que não foi atendida por um clínico-geral na AMA Hospital Dr. Arthur Ribeiro Saboya, no Jabaquara.

  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta segunda, 30 de julho, nas bancas

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