Nas ruas
20/07/2009

Metrô vai passar por cima de via na zona norte

Adriana Ferraz
do Agora

A avenida Inajar de Souza, na Freguesia do Ó, foi escolhida para receber o maior trecho do metrô leve da zona norte. A linha 16-prata (Lapa-Cachoeirinha) terá dez estações e se estenderá por oito quilômetros da via. Os trens serão elevados a partir de estruturas montadas no canteiro central, a exemplo do Fura-Fila (atual Expresso Tiradentes), e transportarão cerca de 250 mil passageiros por dia.

O custo aproximado do trecho é de R$ 1 bilhão. O metrô leve será construído a partir de pilares sobre o córrego que corta a via e será canalizado. As pistas para carros e ônibus serão mantidas --todo o trajeto será feito por cima. Os trens funcionarão com energia elétrica e pneus, na mesma velocidade do metrô subterrâneo.

A avenida Inajar de Souza é uma das principais da região e já conta com um corredor de ônibus que passa ao lado do córrego. O novo investimento na via é justificado, segundo o Metrô, pela confiabilidade do sistema, que não sofre intervenções causadas por acidentes ou falhas nos veículos.

Composição
O metrô leve é formado por quatro composições, de 14 metros cada. O modelo convencional tem seis vagões de 22 metros. Na conta geral, o trem subterrâneo atende cerca de 1.500 pessoas por viagem e o elevado, 900.

A expansão do metrô na zona norte é esperada há 11 anos. A última estação inaugurada na região foi a do Tucuruvi, da linha 1-azul (Jabaquara-Tucuruvi), em 1998. Em 2010, os projetos para a implementação das linhas 16-prata e 6-laranja (São Joaquim-Brasilândia, por metrô convencional, no subsolo) serão licitadas. Mas a entrega completa das obras só deve acontecer em 2014.

Prazos
De acordo com a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) do governo do Estado, 20% de ambas as linhas serão concluídas no próximo ano. O percentual diz respeito à obtenção das licenças ambientais e da contratação dos projetos executivos.

Ao todo, serão 24 novas estações, em 22,3 quilômetros. Quando prontas, as linhas terão um formato de Y, com um ponto de encontro na futura estação Santa Marina, próximo à Freguesia do Ó.

A divisão foi anunciada no mês passado, com as novas rotas do plano de expansão do governo estadual. A previsão anterior era a construção de uma mesma linha, convencional, até a Brasilândia. A mudança, de acordo com o assistente de planejamento e expansão do Metrô, Epaminondas Duarte Júnior, vai facilitar o atendimento.

"Aumentamos o número de estações. Antes, a linha chegava somente até a estação CC [Centro Cultural] Ruth Cardoso. Agora, vai até Cachoeirinha. Quem mora ali não precisará mais pegar ônibus", diz.

A empresa também justifica a troca pela demanda. "A estimativa é transportar 650 mil passageiros por dia na linha laranja e 250 mil pessoas na prata, totalizando 900 mil. O cálculo anterior era de 700 mil usuários. Com a mudança, vamos atender 200 mil pessoas a mais por dia", explica Duarte Júnior.

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