Nas ruas
03/01/2018

Doria cumpre parte de metas, mas falha em zeladoria

William Cardoso
do Agora

O prefeito João Doria (PSDB) cumpriu no primeiro ano de mandato as promessas de aumentar a velocidade máxima das marginais, manter a tarifa de ônibus emR$ 3,80 e iniciar o processo de venda do Anhembi e do Pacaembu. Mas falhou nos serviços de zeladoria da capital, que continua suja, com asfalto cheio de buracos, apagão nos semáforos e parques públicos abandonados.

Logo no segundo dia de mandato, vestido de gari, Doria deu início ao programa Cidade Linda, um indício de que a limpeza seria uma obsessão. Meses depois, lugares onde o prefeito viveu algumas horas como trabalhador braçal já estavam abandonados, sem continuidade.

Professora na área de administração pública e gestão social da PUC (Pontifícia Universidade Católica), Maria Amelia Cora critica a forma como a prefeitura foi conduzida. "Não há uma agenda de investimento. A primeira grande campanha é a do recapeamento", diz. "Também não há uma ferramenta de gestão da prefeitura. Lança [algum projeto], pega mal e volta atrás", afirma.

Resposta

Sobre os serviços de zeladoria e urbanismo, a prefeitura afirma que é uma ação contínua e diária, que há campanha de conscientização contra descarte irregular de lixo e que aumentará o número de equipes de limpeza. A administração municipal afirma também que atendeu pedidos de tapa-buracos represados desde a gestão anterior e deu início ao programa Asfalto Novo, com investimento de R$ 350 milhões. A atual gestão também diz que recebeu parques e semáforos sem contratos de manutenção. Nos primeiros, fez mutirões. Sobre semáforos, diz que o serviço está normalizado. Na educação, a gestão Doria diz que 258 estudantes que não atendiam a critérios do TEG (Transporte Escolar Gratuito) e que só cinco salas de leitura e três brinquedotecas entre as 560 escolas foram usadas para atender crianças na fila por vaga. Sobre a transparência em parcerias, diz que as doações são publicadas em diário oficial e portal. Na saúde, diz que, em outubro, começou a segunda fase do Corujão, com o objetivo de zerar a espera de 83.322 usuários.

A prefeitura diz que Doria nunca se lançou candidato à Presidência e não há impedimento legal para que realize viagens. Afirma também que a mesma pesquisa Datafolha citada pela reportagem mostra que 60% dos paulistanos apontam a gestão como boa ou regular e que vê os dados como oportunidade para melhorar.(WC)

  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora, nas bancas nesta quarta, 3 de janeiro, nas bancas

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