Brasil
29/05/2018

Políticos podem voltar a ser alvos da Castelo de Areia

Folha de S.Paulo

Beneficiados por anulação da Justiça em 2011, políticos, membros de tribunais de contas e integrantes de altos escalões de governo citados na Operação Castelo de Areia da Polícia Federal em 2009 podem voltar a ser alvo de investigações.

Fatos apurados na operação da década passada, considerada uma prévia da Operação Lava Jato, começaram a voltar à tona após o Ministério Público obter a delação de um operador e a prisão de um doleiro envolvidos nos dois casos.

Deflagrada em março de 2009, a Castelo de Areia apreendeu manuscritos, planilhas e documentos nas casas de executivos e escritórios da Camargo Corrêa.

A operação teve como foco inicial crimes financeiros ligados à construtora, mas em pouco tempo surgiram indícios do envolvimento de outras empreiteiras, políticos, membros de tribunais de contas e integrantes de altos escalões governamentais.

Essa situação levou a pedidos de abertura de novos inquéritos pela Polícia Federal e o Ministério Público.

O início das novas apurações chegou a ser autorizado pela Justiça, mas as investigações foram barradas após liminar em janeiro de 2010 pelo então presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Cesar Asfor Rocha.

O magistrado à época acolheu a tese da defesa da construtora de que interceptações telefônicas tinham originado apenas de uma denúncia anônima, o que seria ilegal.

Posteriormente, em março de 2011, a 6ª Turma do STJ, da qual Rocha não fazia parte, julgou procedente a mesma tese jurídica, e anulou em definitivo a Castelo de Areia. Os acusados negaram envolvimento.

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